segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Aprender a aprender

Um dos grandes desafios do educador, seja na modalidade presencial ou a distância, é estimular os educandos a serem autônomos diante das próprias necessidades de aprendizagem. O vídeo Aprender a Aprender nos ajuda a pensar em caminhos para que esse desafio seja, aos poucos, vencido.   


sábado, 22 de setembro de 2012

Quem sou eu e o que sou

Sou professora. Escolhi o magistério como profissão de forma consciente.

Eu sabia, desde o início, que não ficaria rica lecionando. Sabia que trabalharia muito e que nem sempre seria compreendida.
Eu também sabia que nem sempre, ou,  na maioria das vezes, meu empenho, amor e dedicação a educação e ao ensino seriam reconhecidos.
Eu sabia que teria que plantar sementes e facunda-las, estimulando a vontade de saber mais, a partir das dúvidas, dos desafios.
Amo viver a experiência de compartilhar saberes, de dúvidar das “verdades estabelecidas”, de ter vontade de saber mais sobre as coisas e as pessoas.
 Amo me sentir incomodada e inconformada com as formas de ser e estar no mundo.
 Amo me sentir inquieta pela vontade de obter e construir novas e provisórias respostas para as coisas que me incomodam, pelas coisas dos inconformados.
Amo ver aqueles que compartilham e que compartilharam comigo o desafio de aprender a ser professor sendo, experimentando, se incomondando e se apaixonando, cada vez mais, pela aventura e ousadia de viver e construir o novo mundo novo.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

A distância entre professor e aluno na EaD

Pesquisando na internet sobre a distância entre educadores e educandos na EaD, encontrei um artigo que me chamou muito a atenção. O título é: Ambiente EaD: a relação professor-aluno.
De uma forma reflexiva e questionadora, Carlos Alberto Máximo Pimenta, Sílvia Angélica de Souza, Aline Prince Junqueira, Giovanni Horácio Guimarães discutiram a questão, a partir da análise de um curso oferecido pela Universidade Aberta do Brasil, pela Plataforma Teleduc.
Entre várias afirmações que fizeram, destaco duas:
O professor-tutor é chamado, no campo do fazer aprender, a contribuir para que o aluno compreenda os caminhos da autoaprendizagem ou da autonomia que a aprendizagem deve proporcionar. Este deve estar sempre presente, o que vai demandar muito tempo e disciplina, e pesquisar novas dinâmicas e formas de ensino utilizando as ferramentas virtuais”.
Este papel está por se desenhar e ser escrito por muitas mãos e esse exercício começa dentro do próprio universo tecnológico do ensino a distância, ou seja: vencer o preconceito com respeito ao ensino à distância; conviver com as precariedades da internet na maioria das cidades brasileiras; conviver com a dificuldade na conciliação de outros afazeres com as tarefas diárias do EAD; converter a proposta pedagógica para a prática do ensino”

Concordo plenamente que o desempenho do professor-tutor ainda está longe de ser o ideal em virtude dos aspectos apontados. Mas, não posso deixar de ressaltar  que a construção da identidade desse “novo profissional da educação e do ensino”, bem como a definição do seu lugar nas equipes de trabalho da EaD se constituem condição sine qua non para que esse “desenho” se transforme em uma bela obra de arte!

O artigo citado encontra- se disponível em:

sábado, 15 de setembro de 2012


Eu agradeço
Eu agradeço a você
Muito obrigado por toda a beleza que você nos deu
Sua presença, eu reconheço
Foi a melhor recompensa
Que a vida nos ofereceu

Foi muito lindo
Você ter vindo
Sempre ajudando, sorrindo, dizendo
Que não tem de quê

Eu agradeço, eu agradeço
Você ter me virado do avesso
E ensinado a viver
Eu reconheço que não tem preço
Gente que gosta de gente assim feito você


(Vinícius de Moraes)

BLOGS COMO FERRAMENTA DE INTERAÇÃO

O blog é uma ferramenta cultural que possibilita autoria, interatividade e visibilidade de produções apresentadas em forma de texto e de diferentes linguagens midiáticas (fotos, vídeos etc). Como instrumento de aprendizagem,  se constitui num verdadeiro processo de alfabetização digital.

Um recurso característico dos blogs é a possibilidade de interação do visitante, respondendo ou opinando sobre os artigos (posts) publicados. Sendo um espaço público, os posts publicados nos blogs exigem atenção quanto à linguagem e às ideias veiculadas, o que propicia a pesquisa e a reflexão crítica sobre o que se escreve. Além disso, oportuniza a construção do conhecimento pelo diálogo, realizado por meio dos comentários dos posts.

Para realização do Desafio de Aprendizagem proposto no curso de pós-graduação em Metodologia e Gestão em Educação a Distância, da Faculdade Anchieta/Anhanguera, foi solicito a cada estudante que, individualmente, pesquisasse na internet, blogs ativos que tratassem dos assuntos discutidos no módulo em estudo. Entre os blogs encontrados, o estudante deveria selecionar e acompanhar 2 (dois) por um determinado período de tempo. Tal acompanhamento consistia na realização de comentários sobre os posts inseridos nos blogs e na interação com as pessoas que deles participassem, sempre que possível. Ao final do período determinado, cada estudante deveria criar seu próprio blog e postar nele um texto relatando a experiência.

            Os blogs selecionados para realização desse Desafio de Aprendizagem foram:

1) Blog de Ana Beatriz Gomes, profa. Dra. da Universidade Federal de Pernambuco, cujo endereço é:  http://anabeatrizgomes.blogspot.com.br

Os assuntos selecionados para postagens dos comentários foram:

a) 18/07/2012 –  EaD e a formação de professores.

b) 28/07/2012 – GT de Educação no Fisl 13 e o uso de software livre por professores.

c) 19/08/2012 – “Os múltiplos papéis do professor em educação a distância”.

Obs: não houve postagens de comentário no dia 19/08/2012, apenas leitura do referido texto, disponível no link: http://www.anabeatrizgomes.pro.br/moodle/, com acesso pelo blog em questão.

2) Blog do Instituto EADVIRTUAL – Ensino e Pesquisa Ltda. Trata-se de uma instituição que se dedica ao desenvolvimento de projetos de capacitação profissional nas mais diversas áreas de conhecimento. Nos últimos anos, vem ganhando destaque pela oferta de seus cursos de formação profissional a distância. O endereço do blog é: http://www.educacaoadistancia.blog.br

Os assuntos selecionados para postagens dos comentários foram:

a) 11/07/2012 - 18º. Congresso Internacional de EaD.

b) 29/07/2012 – Criação do Instituto de Mídias Digitais pela USP.

c) 19/08/2012 – Evasão nos cursos de EaD.

d) 03/09/2012 – O uso dos tablets na educação.

3) Blog de João Mattar – prof. PhD da Universidade Anhembi-Morumbi, do programa de pós-graduação da Faculdade Anchieta/Anhanguera, entre outros.

O artigo lido e selecionado para postagem de comentário foi: A História da EaD. 
 
E assim se deu a criação desse blog. Confesso que inicialmente não gostei muito da proposta mas, com o passar do tempo, percebi a riqueza do desafio na medida em descobria coisas muito interessantes sobre a EAD.



REFLETINDO SOBRE A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

O Desafio de Aprendizagem proposto pelo curso de pós-graduação em Metodologia e Gestão em EaD foi, de fato, um grande desafio. Inicialmente, foi preciso superar a falta de tempo para a pesquisa e a falta de habilidade para o uso das ferramentas de comunicação e interação disponíveis na internet, entre as quais, os blogs. Além disso, eram muitas tarefas a cumprir ao mesmo tempo: encontrar na internet os blogs sobre EaD, assistir as teleaulas, ler os textos disponíveis na Palavra Digital, realizar todas as outras coisas do cotidiano: trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar....

Gradativamente, as pesquisas sobre os blogs e nos blogs selecionados foram transformando os difíceis desafios em descobertas motivadoras, na medida em que os assuntos discutidos nos blogs selecionados, bem como os temas apresentados pelos professores nos módulos foram ganhando mais significado.

De leitura em leitura, de discussão em discussão, de comentário em comentário, foi possível perceber que a internet se constitui como espaço educacional virtual valioso, na medida em que possibilita trocas, por meio de suas múltiplas formas e ações, com interfaces relativamente fáceis de serem aplicadas, gratuitas na maioria dos casos, simples de atualizar e abertas ao compartilhamento de informações, conhecimentos e opiniões, que servem de instrumento não só para melhorar a comunicação entre as pessoas, mas para ampliação da visão de mundo e também para o desenvolvimento científico e tecnológico. Afinal, quem faz ciência é o homem, a partir de sua curiosidade e de sua imensa capacidade de criar e de se comunicar.

No universo da internet são criados os blogs. Estes se constituem em ferramentas virtuais que permitem as pessoas se posicionarem diante de toda e qualquer questão por meio de posts, que podem ser contestados ou não. Se bem aproveitados, trata-se da tecnologia a serviço da formação pessoal e profissional das pessoas.

O uso dos blogs como forma de comunicação permite ampliar a possibilidade de diálogo entre as pessoas que participam de uma blogosfera. Ou seja, os blogs permitem que qualquer pessoa, com ou sem nenhum conhecimento técnico, publique suas idéias e opiniões na Web e que milhões de outras pessoas publiquem comentários sobre o que foi escrito, criando um grande debate aberto a todos.

Por meio dos blogs selecionados, foi possível conhecer e participar, ora intensamente, ora mais discretamente, de discussões e debates acerca de várias questões relacionadas a EaD.

Nessas interações, uma descoberta muito significativa refere-se ao papel da EaD no Brasil e no mundo. Pode-se afirmar que, no atual contexto, a educação vem sofrendo grandes modificações advindas da experiência vivenciada com a educação a distância. Tais transformações resultam da multiplicidade dos recursos, linguagens e discursos utilizados nas relações e conexões estabelecidos entre os usuários dessa modalidade de educação. Na verdade, a educação a distância está abalando alguns pilares que sempre sustentaram a educação a educação institucionalizada, entre os quais, o papel do professor no processo de ensino-aprendizagem.  

Para que possamos compreender a importância da EaD, faz-se necessário refletir sobre o conceito de educação e o papel que essa detém no desenvolvimento da pessoa humana e da sociedade.

Segundo Freire (1975), educação é a reflexão sobre a realidade existencial. Para Pimenta (2011), educação é um processo civilizatório que se dá nas relações humanas estabelecidas no convívio familiar, no trabalho, nos movimentos sociais, nas manifestações culturais. De modo formal e institucionalizado, é oferecida por profissionais devidamente habilitados  alocados nas escolas.

O objetivo da educação, segundo o artigo 2º. Da L.D.B. 9394/96, é “o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

Há de se considerar que, nos dias atuais, o conhecimento ganhou papel relevante, em especial no mundo corporativo, impulsionando o mercado de trabalho para uma nova tendência, concentrada na valorização da competência do trabalhador. A partir da disseminação da informática, o conhecimento passou a ocupar o centro das atenções à proporção em que as tecnologias da informação tornaram-se aceleradores da criação e divulgação de novas formas de produzir e distribuir bens. Além disso, as tecnologias de comunicação e informação estreitaram as relações sociais, exigindo das pessoas capacidades que as permitam convier e interagir com as pessoas e grupos sociais de diferentes origens, características e costumes.   

Nesse contexto, a educação tem um papel fundamental a exercer. Cabe a ela desenvolver a capacidade individual dos sujeitos de interagir, respeitar e lidar com as diferenças, bem como de utilizar as novas tecnologias, sendo capaz de codificar, discernir e se posicionar diante das informações e mensagens transmitidas pelas mídias, tão presentes nos lares, no trabalho e nos espaços sociais.   

De acordo com o artigo 80 da L.D.B. 9394/96, nas instituições formais de ensino brasileiras, a educação básica (que abrange a educação infantil, ensino fundamental e ensino médio), e superior (graduação e pós-graduação) pode ser oferecida em duas modalidades: presencial e a distância.

            A modalidade presencial, conhecida como ensino convencional, como o próprio nome diz, tem como principal característica a proximidade física, ou seja, professores e alunos encontram-se sempre em um mesmo local físico, chamado sala de aula, em horários pré- determinados.

A modalidade a distância caracteriza-se pelo distanciamento físico-temporal, ou seja, professores e alunos são separados fisicamente no espaço e/ou no tempo, podendo ou não ocorrer momentos presenciais.

De acordo com Moran (2009), é prerrogativa da educação a distância o uso das tecnologias de comunicação e informação para superar distâncias. Isso significa que, no momento em que o tempo nem sempre é suficiente para a realização das inúmeras tarefas cotidianas, a educação a distância (EaD) se constitui um recurso fundamental, pois permite o acesso às instituições de ensino e pesquisa daqueles que, por  indisponibilidade de tempo nos horários convencionais de aulas, ou por se situarem distantes geograficamente das escolas, se encontram excluídos do sistema educacional.

Segundo Mattar (2007), a EaD também tem sido utilizada para a implementação de projetos educacionais diversos, tais como: cursos profissionalizantes, capacitação para o trabalho, divulgação científica, campanhas de alfabetização e estudos formais em todos os níveis e campos da educação formal e não formal. Essa modalidade de educação também está presente em muitas empresas que, no intuito de garantir um processo contínuo de capacitação e atualização dos seus funcionários, criaram seus próprios núcleos de educação a distância.

            Na medida em que avançam as tecnologias de comunicação virtual (que conectam pessoas que estão distantes fisicamente como a Internet, telecomunicações, videoconferência, redes de alta velocidade) o conceito de presencialidade também se altera. Podemos ter professores externos compartilhando determinadas aulas, ou seja, um professor pode entrar com sua imagem e voz, na aula de outro professor, independente da distância física. Assim, é possível haver um intercâmbio de saberes, na medida em que professor colabora, com seus conhecimentos específicos, no processo de construção do conhecimento, muitas vezes a distância (Moran, 2002).

            Vale lembrar que, diferente de países como Inglaterra, Espanha, Venezuela, a regulamentação da EaD no Brasil é recente. O uso orgânico da modalidade a distância em todos os níveis e modalidades de ensino só foi  previsto no artigo 80 da L.D.B.9394/96. A partir daí, o governo federal tem promovido esforços para consolidar a EaD no País, estabelecendo valores, parâmetros, normas e referenciais de qualidade.

Após 1996, a EaD se expandiu rapidamente em todo o território nacional. Dados do Ministério da Educação revelam que, em 2009, havia 1 (hum) milhão de alunos matriculados em cursos superiores a distância, distribuídos em 250 instituições autorizadas. Isso significa que, apesar de ainda ser novidade, a EAD está consolidada no Brasil.

Embora a EaD tenha como eixos norteadores autonomia e interatividade, os Referenciais de Qualidade para Educação Superior a Distância (MEC, 2007), afirmam que não há um único modelo de educação à distância. Sendo assim, os cursos e programas a distância podem apresentar diferentes desenhos e múltiplas combinações de linguagens e recursos educacionais e tecnológicos.

O Ministério da Educação esclarece

 

A natureza do curso e as reais condições do cotidiano e necessidades dos alunos são os elementos que irão definir a melhor tecnologia e metodologia a ser utilizada, bem como a definição dos momentos presenciais necessários obrigatórios, para estágios supervisionados, práticas em laboratórios de ensino, tutorias presenciais nos pólos descentralizados de apoio presencial e outras estratégias.(BRASIL, 2007, p.7)

 

Entretanto, mesmo tendo as necessidades dos alunos como importante elemento na definição do modelo, da tecnologia e metodologia a serem utilizadas nos cursos e programas de EaD, a evasão de estudantes, em especial no ensino superior, ainda é o maior problema dessa modalidade de educação no Brasil, segundo dados do Censo EAD.br 2010.  As razões desse fenômeno ainda estão em estudo. Mas, muitas pessoas apontam a falta de autonomia dos alunos e a dificuldade de organizar o tempo como principais causas dessa evasão. Considerando que essas sejam aprendizagens que deveriam ter ocorrido ainda na educação básica, nota-se que é preciso rever com cuidado as práticas de ensino, a relação professor-aluno, bem como as formas de avaliação praticadas nesse nível de ensino, tão marcado pelas formas tradicionais de ensinar.

Apesar da liberdade para criar linguagens e formatos, a legislação em vigor exige que os programas e cursos a distância oferecidos no Brasil tenham gestão, projeto pedagógico, currículo, acompanhamento, avaliação, além de recursos técnicos, tecnológicos e de infra-estrutura, que permitam aos alunos, professores e tutores interagirem.

Aliás, a interação é o cerne de todo processo educacional, que dirá na modalidade a distância, onde o aluno é desafiado a, sozinho, diante de uma tela de computador, em local e horário de livre escolha, colocar em prática sua capacidade de aprender. 

            Benedetti (2012) afirma que a aprendizagem é um processo individual e próprio e que para aprender, o estudante precisa ter motivação e autonomia para buscar informações e transforma-las em conhecimento. No entanto, quando há vínculos, interação, compartilhamento e ajuda mútua, a aprendizagem se torna mais prazerosa e pode ocorrer mais rápida, fácil e significativamente.

            Partindo desse pressuposto, há de se pensar: como usar as tecnologias de comunicação e informação de modo a superar, de fato, a distância entre os estudantes e os educadores da EAD? É possível promover aprendizagem em rede?

            Essas são questões que devem se manter na pauta dos educadores, pesquisadores e criadores das politicas públicas para a educação a distância, bem como dos estudantes que se interessam por essa modalidade de educação, a fim de torrna-la cada vez mais interativa, compartilhada e democratizada.

           
CONSIDERAÇÕES FINAIS

            Uma possibilidade interessante de estimular a autonomia dos estudantes, promover interação e constituir uma comunidade de aprendizes foi proposta pelo curso de pós-graduação em Metodologia e Gestão em Educação a Distância, oferecido pela Faculdade Anchieta/Anhanguera, em que cada estudante deveria colocar em prática sua capacidade de pesquisar e se integrar na comunidade virtual por meio de blogs.

Esse desafio foi vencido e por meio dessa experiência, foi possível concluir que a EaD embora ainda uma novidade no Brasil, está consolidada, apesar das resistências de muitas pessoas e grupos sociais, em especial de educadores.

É inegável as possibilidades que essa modalidade de educação oferece aos estudantes e educadores na medida em que as ferramentas disponíveis no mundo virtual são inseridas e utilizadas pedagogicamente nos cursos e programas a distância. A experiência vivida por meio desse Desafio é prova disso, pois, por meio dele, foi possível conhecer e compreender um pouco da complexidade que envolve a EaD. Também foi possível saber que há muitos  profissionais, em várias partes do mundo, envolvidos nas múltiplas questões que permeiam a implementação e manutenção da EaD, bem como sua melhoria e desenvolvimento, como aqueles que participarão do 18º. Congresso Internacional de EAD, que acontecerá em São Luis, no Maranhão, entre os dias 23 e 26 de setembro de 2012.

Foi muito bom saber que a Universidade de São Paulo tem a intenção de criar um Instituto de Mídias Digitais da Universidade, com o objetivo de permitir que suas faculdades ofereçam cursos abertos. Que a partir da iniciativa desta que é uma das mais respeitadas universidades do país seja um marco no processo de evolução, desenvolvimento e ampliação da EaD no Brasil, de modo que essa modalidade se torne, de fato, veículo de da democratização da educação.

 
BIBLIOGRAFIA 

BENEDETTI, Cláudia; MORAN, José Manuel. Fundamentos, políticas e legislação em EAD. Departamento de Extensão e Pós-Graduação. Anhanguera Educacional, 2012. Disponível em: <http://anhanguera.com>. Acesso em: 1 de fevereiro de 2012. 

FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. 5. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1975. 

MATTAR, João. Educação A Distância no Brasil e no Mundo. Valinhos, p. 1-56, 2012. Disponível em: <http://anhanguera.com>. Acesso em: 1 de fevereiro de 2012.

ROESLER, Jucimara. Referenciais de Qualidade na Educação Superior a Distância. Departamento de Extensão e Pós-Graduação. Valinhos, SP: Anhanguera Educacional, 2011. Disponível em: www.anhanguera.br. Acesso em 1 de fevereiro de 2012.

Sites consultados:






quinta-feira, 13 de setembro de 2012

A Associação Brasileira de Educação a Distância divulgou recentemente dados obtidos pelo Censo EAD.br 2010. Entre eles se destaca a evasão dos estudantes como maior obstáculo para o EaD., segundo instituições que ofertam cursos nesta modalidade.
 Pela metodologia utilizada, foram considerados alunos evadidos os que se matricularam e não iniciaram os cursos na modalidade a distância ou os que abandonaram de uma forma ou outra.
A seguir, em segundo lugar como fator mais desafiador, está a resistência dos educadores à modalidade. Em terceiro aparecem as dificuldades de adaptação da educação presencial para EAD e, em quarto, a resistência dos alunos ao novo formato.