Pela metodologia utilizada, foram considerados alunos evadidos os que se matricularam e não iniciaram os cursos na modalidade a distância ou os que abandonaram de uma forma ou outra.
A seguir, em segundo lugar como fator mais
desafiador, está a resistência dos educadores à modalidade. Em terceiro aparecem
as dificuldades de adaptação da educação presencial para EAD e, em quarto, a
resistência dos alunos ao novo formato.
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